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BYD quer fábrica na Alemanha

A fabricante chinesa BYD estará a considerar a construção de fábrica na Alemanha para melhorar o posicionamento comercial na Europa e, assim, "fintar" os maiores obstáculos ao crescimento das vendas na região: as tarifas aduaneiras introduzidas por Bruxelas para condicionar a importância de automóveis elétricos da China.



Já com duas fábricas previstas na Europa – Hungria e Turquia –, a construtora chinesa BYD está a analisar a possibilidade de avançar com a construção de um terceiro local de produção no continente, com a Alemanha a ser o país eventualmente escolhido, de acordo com informações recolhidas pela agência Reuters.

 

A possibilidade de a Alemanha ser o país escolhido ganha força depois de se saber que as autoridades chinesas incentivam o investimento dos seus fabricantes apenas em países que não tenham apoiado a imposição de tarifas sobre as marcas chinesas, naquele que foi o caso de Hungria e Alemanha.

 

No entanto, ainda de acordo com a Reuters, que cita fontes anónimas próximas do tema, a decisão quanto ao país para uma eventual terceira fábrica não está, ainda, tomada, estando a ser debatidas questões como o custo da mão-de-obra ou da energia, que são mais elevados na Alemanha do que noutros países da Europa.



Porém, o que parece certo é que a BYD quer cimentar a sua posição no “velho continente”, procurando não só contornar as tarifas aduaneiras que entraram em vigor no final de 2024 para os veículos elétricos produzidos na China, mas também aproximar-se dos clientes europeus, propondo tecnologias criadas aos gostos destes e ajudando também as economias locais.

 

A confirmar-se a escolha pela Alemanha, em vez da construção de uma fábrica de raiz, resta saber se a BYD não irá optar pela compra de uma das fábricas que o Grupo Volkswagen pretende descartar na sequência do seu plano de produção redefinido.

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